quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

5. Indo a praia.

Eu entrei em casa vovó estava no sofá assistindo TV como sempre eu entrei e nem parei fui direto para o meu quarto me deitei na cama e fiquei pensando nas coisas que o Kaleb tinha me tido eu desci novamente e fui direto para á cozinha abri a geladeira pequei uma caixa de leite abri o armário e peguei a caixa de cereais e misturei em uma tigela me sentei á mesa e comecei a comer, quando terminei subi pro meu quarto novamente, tirei meus sapatos e me deitei um pouco, coloquei a almofada da cabeça, eu abri meus olhos percebi que havia dormido pulei da cama e olhei no relógio eram 15h43min eu tinha que me arrumar corri para o banheiro tomei um banho rápido arrumei meu cabelo e vesti uma calça jeans, tênis e uma blusa três quartos e a campainha tocou vovó foi atender ela me gritou e eu desci as escadas rapidamente.
- Ola!
- Amy você pretende ir à praia assim?
- É o que tem? –Eu olhando para minha roupa.
- Amy poderia usar uma roupa que apareça mais sua pele – Disse vovó.
- Você precisa de um bronzeado. –Disse Kaleb sorrindo.
- Eu também acho. –Concordou a vovó.
- Não há nada de errado com minha cor. – Eu voltei ao meu quarto e procurei algo para usar mais eu só tinha calças e blusas de manga, então me lembrei de que a Maggie havia me dado um vestidinho amarelo era básico e bonito então me troquei prendi meu cabelo em um rabo, e então desci novamente.
- Estou pronta, eu acho. – Eu disse descendo as escadas.
- Você esta linda como a sua mãe. –Disse a vovó.
- Você parece ate uma californiana. – Kaleb disse sorrindo.
Eu bati de leve na cabeça dele.
- Tchau vovó eu não demoro.
- Não se preocupe com isso Amy, se divirta.
- Tenha uma boa tarde Senhora White. –Disse Kaleb.
Agente se virou e começamos a andar.
- Vamos pegar que ônibus, Kaleb? – Eu disse.
- Não vamos pegar ônibus.
-Não? –Eu disse arregalando os olhos.
- Não meu pai me emprestou o carro sempre.
- Hm! Eu não sabia que dirigia.
Ele rio, era um carro preto bonito ele abriu a porta para mim e depois se sento no banco do motorista, e colocou uma musica divertida e nos cantamos ate a praia era uma praia com poucas pessoas, eu desci do carro e olhei a paisagem e Kaleb disse.
- Quer se senta em um banco?
- Não, vamos nos sentar na areia. – Eu respondi.
- Tudo bem então.
Agente caminho ate a areia e eu meio desajeitada como sempre descia uma ladeirinha de areia meio que me equilibrado, ate que achei um bom lugar para nos sentar.
- Não, tudo bem! –Eu disse parando.
- Me parece legal! – ele disse olhando para o sol.
Nós nos sentamos, a vista era linda, mar azul, sol alaranjado, areia branca.
- Amy, você sente falta do seu pai?
- Sim, mais eu estou gostando de morar com minha avó.
- Que bom!
- É sim.
- Kaleb, você gosta de alguém? – Eu disse meio que rindo, mais com um pouco de medo dele falar que gosta de mim.
- Amy, uau, eu estou confuso.
- E você gosta de alguém?
- Não sou uma garota que se apaixona fácil.
- É o cara da biblioteca?
- Kaleb! – Eu disse franzinas as sobrancelhas.
- O que? – Ele disse rindo.
- Você e me tira do serio sabia? – Eu disse olhando para ele.
- E isso é ruim? – Ele me perguntou ainda com um sorriso irônico no rosto.
- Não sabe o quanto.
- Uiuiui! – Ele sorriu.
- Seu bobo. – Eu jóquei um pouco de areia no pé dele.
Ele jogo areia no meu pé também e então agente começo um tipo de guerra de areia como duas crianças ele começo a correr eu corri atrás e assim ficamos um bom tempo, de repente o Kabel se senta e abaixa a cabeça eu fui ver o que tinha acontecido.
- Kaleb, você esta bem. – Eu perguntei me abaixando e pegando no ombro dele.
- Sim, foi só um pouco de areia que entrou no meu olho.
- Oh! Não esfregue é pior, me deixa dar uma olhada nisso. – Eu olhei o olho dele e soprei e falei.
- É você vai sobreviver. – E dei uma risada.
- Obrigado você salvo meu olho. – Ele disse rindo também.
Estávamos parados com os nossos rostos bem perto, ele me olhava profundamente nos olhos e eu tentando desviar.
- Então, Kaleb vamos para casa – Eu disse me afastando.
- Mais já? Agente nem entro na água.
- Água? Uau Kaleb eu... Eu não vou entrar na água eu nem trouxe biquíni.
- Vamos assim mesmo.
- Bom vai molhar o carro. – Eu não queria entrar na água.
- É verdade, então vamos.
Ainda bem me livrei dessa, mais der repente o Kaleb me pega no colo e me leva em direção ao mar.
- Kaleb me coloque no chão agora!
- Não Amy!
- Kaleb para com isso!

Estávamos chegando perto da água  e eu fechei os meus olhos, e ele me colocou no chão.
- Acho que eu ia te molhar?
- Eu vou te matar Kaleb.
Depois nos voltamos pra casa.
- Tchau Kale, foi  realmente uma tarde adorável.
Eu disse andando em direção a minha casa.
- Eu também gostei muito Amy, ate, mas.
Vovó não estava em casa havia um bilhete na geladeira que dizia ‘’Fui à reunião de senhoras voltarei mais tarde’’, fui ate a cozinha peguei alguns pedaços de torta de chocolate e me sentei no sofá e comecei a comer, minha boca estava toda suja de chocolate e a campainha toca. – Já estou indo vovó. – Eu disse indo em direção a porta, então a abri, e para minha surpresa era o Michael, eu fiquei vermelha e gaguejei.
 - M M Michael?
 - Oi, Amy. – Ele pronunciou meu nome com um belo sorriso no rosto.
 - Bom como você achou minha casa? – Eu disse limpando o chocolate.
 - Na ficha da biblioteca. – Ele olhou agora com um tom mais serio.
 - Me desculpa não estava esperando ninguém, eu ainda tenho chocolate no rosto? –Disse em um tom irônico.
 - Só no nariz. – Ele disse pegando no meu nariz.
- Oh, ótimo! Você quer entra?
- Na verdade Emy eu vim te fazer um convite.
- Que convite?
- Estou indo ao ensaio da banda e vim saber se você gostaria de ir comigo?
- Ensaio da banda, ah claro.
- Vamos então?
- Michal, me da 10 minutos para trocar de roupa?
- Ah claro!
- Entra fique à-vontade. – Eu subi as escadas e me troquei, quando desci o Michael estava brincando com o Jack.
- Vejo que já conheceu o Jack.
- Eu gosto de gatos.
- Você tem algum?
- Não posso, meu pai é alérgico.
- Ah, que pena. – Eu disse indo em direção á porta, então ele me seguiu e agente saio da casa.
- É muito longe? – Eu pergunte.
- Não muito. – Ele foi em direção á moto que estava parada e sentou-se nela.
- Não sabia que você tinha vindo de moto.
- Ele só sorriu. – Vem Amy.
- Eu me sentei e me segurei bem firme em sua cintura, ele olhou para traz e deu um sorriso, e então fomos.
 - Chegamos! -Ele disse parando a moto, eu desci da moto.
- Vem Amy! – Ele disse me puxando pelo braço, era em uma garagem de uma casa de um amigo dele.
- Pessoal essa é a Amy, ela veio ver o ensaio.
- Oi pessoal – Eu disse acenando para eles
- E ai Amy – Eles responderam.
- Eles então começaram a ensaiar, era do tipo de musica que eu gostava, e realmente eles eram bons no que faziam.
- Fim, do ensaio eles resolveram sair para da um passeio.
- Você quer ir para casa Amy? – Michael me perguntou.
- É eu vou para casa.
- Ah, qual é Amy sai com agente! – Felipe o baterista disse.
- Eu não posso tenho que ir para casa. - Eu disse.
- Vamos Amy vai ser divertido! – Robert o do vocal insistiu.
- Ah, tudo bem então vamos. – Eu no fundo queria ir mesmo.
Nos divertimos muito andamos, fomos á um museu e por fim fomos comer algo
Estavam todos na mesa de uma lanchonete, os meninos brincando com a batata frita me fazendo sorrir e então veio o interrogatório costumeiro.
- Então Amy qual é a sua? –Perguntou o Felipe.
- Qual é a minha? –Eu repedi sorrindo meio desconfiada.
- Nunca te vi antes.
- Ah, eu não sou daqui, quer dizer eu sou daqui, vivi minha infância aqui e fui embora para New Jesse e agora eu voltei.
- Intendo. E você não vai comer as batatas?
- Não eu já comi o bastante.
- Então obrigado. –Ele pegou minhas batatas, e todos os outros riram.
- À vontade. –Eu disse.
- Que idade tem ruivinha?
- 16. -Nesse instante Felipe olhou para o Michael com uma expressão estranha tipo ‘’Ela é muito nova para você’’.
- Então galera hora de ir para casa! – Robert atrapalhou o clima de silencio na mesa.
- Vamos Amy eu te levo. –Michael disse se levantando.
- Ta legal. Eu respondi. –Olhei para o resto da banda. – Meninos adorei conhece-los.
- Vamos Amy.


ESCREVEREI MAIS!

4. Michael

A biblioteca parecia vazia eu resmunguei em baixo tom.
- Ah! Eu não acredito... De novo, essa biblioteca é uma das piores que eu já fui.
- Oi posso te ajudar? – Uma voz suave e calma veio em minha direção.
- Ah sim eu queria ler um livro mais vim aqui de manhã e um senhor pediu que eu voltasse agora, e bem... Eu voltei.
- Ah meu avô! – disse ele. – Bom que livro você quer? - Ele era lindo, cabelos que tampavam os olhos castanhos mais brilhantes que ja havia visto.
- Ah... É... – eu estava tremula.- Eu to procurando o livro da Tifany Will.
- Puxa os livros dela são tão intensos.
- É eu sei são os melhores.
- São sim.
Ele sumiu entre os livros e depois veio com o livro na mão.
- Aqui esta. – Disse ele erguendo o livro. – E como vai ser?
- O que?
- A forma de você pegar o livro!
- Ah! Eu sou estudante!
- Então pode fazer sua fixa.
- preciso da sua fixa escolar.
Ainda bem que eu tinha pegado na escola.
- Ah claro – tirei do meu bolso. – esta um pouco amassada.
- Sem problemas Amilyne.
-Não pode colocar só Amy não?
Ele sorriu e disse:
- Por que Amilyne é um nome tão lindo.
- Obrigada... Eu acho forte para minha idade sabe, quando eu for mais velha talvez use certo.
- Ah como quiser srtª. Amy. ‘’Risos’’
- Já posso pegar o livro?
- E aqui esta o livro, boa leitura.
- Obrigada!
- Por nada.
Então eu olhei para aquele rosto perfeito por mais 5 segundos e me dirigi à porta quando olhei para fora a chuva caia muito forte eu resmunguei.
- Droga logo agora!
- Vai sair nessa chuva? –Ele disse.
-Bom tenho que ir.
-Ah... Você é corajosa, espera a chuva passar.
Eu estava alegre por ficar mais um pouco então não pensei duas vezes em recusar o convite.
-  É melhor eu esperar mesmo o clima da Califórnia é imprevisível.
- É verdade. –Disse ele arrumando umas fixas sobre a mesa.
- Bom... Eu vou começar a ler aqui não vou te atrapalhar.
Ele rio e disse:
- Pode se sentar ali. -Mostrando-me uma mesa e cadeira de estudo.
- Ah é perfeito obrigada.
- Por que você agradece tanto?
- Eu... Eu não sei eu gosto de agradecer as pessoas. ‘’Risos’’ – isso é errado?
- Não, não é mas  é engraçado.
- Bom... Eu não me acho uma pessoa engraçada.
- Você é!
- É isso é ruim?
- Acredite nem todos têm essa sorte.
- Oh uau! Estou feliz por isso então.
Ele rio novamente e eu comecei ler o meu livro confesso que estava meia sem atenção para leitura mas mesmo assim continuei lendo, olhei para um velho relógio que havia na parede já eram 17h34min voltei os olhos para a porta de vidro e vi que a chuva já havia passado.
- Uau! Passei muito tempo aqui tenho que ir a chuva já passou. –Eu disse.
- Nossa! É verdade eu nem tinha visto. – disse ele. – Já vou fechar a biblioteca eu estou com fome.
Eu nem pensava em comida mais quando ele tocou nesse assunto eu percebi que estava com fome.
- Ah eu também, então ate mais.
Eu me levantei e peguei minhas coisas de cima da mesa e fui em direção à porta e pela segunda vez ele me chama.
- Hey Amy.
Eu me virei e olhei para ele. E ele continuou falando.
- Você não que ir à lanchonete comigo?
Eu nem o conhecia direito será que estaria errado em aceitar? Era irrecusável.
- Há claro eu ia parar em uma mesmo – Eu menti.
- Ótimo então eu vou fechar aqui.
- Ah claro.
Ele fechou a biblioteca e fomos andando ate a lanchonete era bem perto da biblioteca agente se sentou em uma mesa e ele disse:
- E ai o que vai querer?
- Bom eu só quero um pedaço de torta de maça.
- Só?
- É o bastante.
Ele sorriu.
- E você o que vai querer? – Eu perguntei.
- Hmbúrguer com fritas e coca-cola.
- Devesta com fome!
Ele sorriu novamente. Era tão lindo.
- Tenho que fazer uma pergunta. –E u disse com um ar de riso.
- Fique à-vontade.
- Qual é o seu nome?
- Puxa! É verdade estamos aqui eu sei o seu nome e você não sabe o meu - Ele bateu a mão na testa. – Me chamo Michael.
Eu dei uma gargalhada.
- Eu gosto do seu nome. –Eu disse.
- Gosta?
- Sim gosto da pronuncia M-I-C-H-A-E-L. – legal.
- Eu gosto dele também.
A garçonete trouxe nossos pedidos.
- E então Amy você não é daqui é? – Disse ele mordendo o hambúrguer.
- Não, eu sou de New Jazz.
- Eu suspeitei.
- Como?
- Pela sua cor.
- Ah! eu estou um pouco pálida.
- É a primeira vez que vem a Califórnia?
- Não, eu morava aqui mais fui para New Jazz com 13 anos.
- É por quê?
- Ah por que minha mãe morreu e meu pai quis se mudar.
- Ah! eu sinto muito.
- Tudo bem. – Eu disse enquanto espetava minha torta com garfo.
- E você mora aqui com quem?
- Minha avó.
- E seu pai?
- Bom ele arrumou uma namorada e ela não gosta de mim.
- Que chato!
- E então eu resolvi morar com minha avó que não via a um tempão.
- Mais se você morava aqui antes, por que não a vê um tempão?
Eu me sentia em um jogo de perguntas e respostas mais eu não ligava em falar sobre mim.
- Minha mãe e minha Avó não se falavam.
- E ela é sua avó por parte de mãe.
- Sim ela é.
- Então sua mãe não falava com a própria mãe. – Ele me olhou esperando a resposta.
- É isso mesmo, mas eu não sei o motivo, eu gosto da minha avó ela é uma boa pessoa.
- Ah sim.
- Então agora eu faço as perguntas. – Eu disse mexendo em um saleiro que tinha ao lado.
- Então comece. – Disse ele com um sorriso encantador.
- Bom o que faz da vida?
- Eu trabalho na biblioteca com meu avô e nas horas vagas toco baixo em uma banda.
- Oh uau! Você toca em uma banda?
- Sim, mais ainda é uma bandinha de garagem.
- Qual o nome?
- The elements. – Não é muito original eu sei.
- Eu gostei.
- Você gosta de tudo. – Disse ele em um tom irônico.
- Não é verdade eu não gosto de tudo.
- Do que você não gosta?
- Bom eu não gosto do meu cabelo. –Realmente eu não gostava muito do meu cabelo nos ombros meio laranja ele me deixava mais pálida.
- Não há nada de errado com ele, me lembra o sol.
- Ótimo! –E eu dei uma risadinha.
Olhei para o relógio já eram 20h52min minha avó deve ter chegado em casa.
- Michael eu tenho que ir. –Me levantei da mesa e ele disse:
- Não vai terminar sua torta?
- Não posso minha avó já deve ter chegado em casa.
- Então tem que ir mesmo?
Ele queria que  eu ficasse mais não podia então eu resisti.
- Bom hoje é meu aniversario queria passar um pouco com ela.
- Meus parabéns.
- Obrigada.
- Quantos anos você esta fazendo?
- 16
- Idade boa.
- Eu espero – Eu tirei um dinheiro do bolso e coloquei sobre a mesa.
- Eu pago! –Disse ele me dando dinheiro.
- Não eu pago. –Eu disse empurrando o dinheiro.
- Eu pago, deixa de orgulho pense nisso como um presente de aniversario.
-  Então nesse caso tudo bem.
- Ate mais Amy foi um prazer.
- O prazer foi todo meu, ate mais.
Eu sai da lanchonete meio zonza, não dava para acreditar no quanto ele era lindo, continuei andando ate chegar á um ponto de ônibus me sentei em um meio-fio o ônibus não demorou a chegar, chegando em casa minha avó estava na cozinha lavando umas lousas ela gritou:
-Amy é você?
- Oi vovó! –Eu estava com medo dela brigar comigo.
- Onde você estava?
- Estava na biblioteca.
- Essa hora?
- Eu passei em uma lanchonete.
- Tudo bem tem uma pedaço de pudim dentro da geladeira se você quiser.
- Eu acabei de devorar um pedaço enorme de torta.
- Então fica pra depois.
Eu estava feliz por ela ser tão legal comigo, eu subi para o meu quarto e abri a janela fiquei um tempo olhando para as estrelas eram tão brilhantes depois me troquei vesti um pijama, e fiz meus deveres de casa terminei já era 21h00min eu estava muito cansada eu desci as escadas e peguei o Jack e coloquei em minha cama e então eu dormi, meu despertador tocou eram 06h00min eu me arrumei e fui para escola, na escola não tinha amigos só conhecia o Kaleb as pessoas não eram um pouco amigáveis, a primeira aula era de Inglês a senhora Thonppson  era um pouco engraçada o resto da minha manhã foi um tédio total então finalmente o sinal tocou eu fui a primeira a sair da classe no portão de saída da escola encontrei o Kaleb.
-Kaleb. –Eu disse.
-Amy! – Ele me respondeu com uma cara feliz.
- Oi, como esta você?
- Bem , e você?
- Estou bem também – Disse colocando o cabelo atrás da orelha e começamos a andar.
- Te vi saindo ontem onde você foi? –Ele me perguntou.
- Bom, eu fui à biblioteca.
- Ah sim, então em qual você foi?
- Não sei o nome mais é aquela perto da escola.
- Então você conheceu o Michael.
- Sim, nos fomos à lanchonete ontem ele é simpático.
- Ele é muito velho para você, não acha? – Ele me olhou com uma cara estranha, será que ele estava gostando de mim?
- Kaleb... Eu não estou afim dele eu só achei que seria legal ter mais amigos.
- Amigos? –Ele deu um sorriso irônico. – Você acha que caras de 26 anos querem amizade?
- E por que não? – Eu olhei encarando ele.
- Bom Amy, por que eles só querem curti, e com garotas mais velhas.
- Como você sabe disso? Você só tem 17 anos - Eu estava um pouco brava.
- Conheço mais a vida do que você.
- Quem você acha que é? –Eu parei na frente dele.
- Amy eu não quero brigar com você, me desculpe ta! – Ele revirou os olhos.
- Por que você ficou tão irritado com isso?
- Não fiquei. – Ele disse andando mais rápido.
- Ficou sim. –Eu disse sorrindo e ele ficou vermelho.
- Você é louca Amy.
- Bom... talvez.
Então nos pegamos o ônibus e ele não disse uma palavra se quer, então chegamos em nosso ponto descemos e começamos a andar e o Kaleb calado e eu também, então chegamos em frente a minha casa e eu falei :
- Tchau!
- Ele levantou a mão e acenou.
Então ele se virou e disse:
- O que você vai fazer hoje à tarde?
- Provavelmente me afogar no tedio.
- Ah, você não quer ir á praia hoje à tarde?
- Eu não gosto muito de praia.
- É não parece ser sua cara mesmo.
- Eu vou!
- Ótimo. –Ele sorriu.
- As 16h00min passarei aqui para irmos.
- Tudo bem.

3. Primeiro dia de aula e aniversario.

O despertado tocou e eu levantei olhei para o céu e me lembrei, tenho 16 anos hoje, Jack estava no mesmo lugar dormindo então nem arrumei minha cama, me arrumei tomei meu café e sai, vovó ainda estava dormindo, eu peguei o ônibus amarelo como minha avó mandou e parei na porta da escola, entrei e fui à diretoria já estava no meio do ano letivo então eu ia ser a aluna nova. E pedi ajuda para achar minha classe uma mulher estranha me guiou ate lá e falou essa é a aluna nova Amilyne. – Ótimo. Eu pensei.
Na sala estava um professor alto e magro usava óculos e ele disse:
- Seja bem vinda Amilyne, sente-se ali - Apontando para uma carteira do meio.
- Oh! Obrigada.
E me assentei, todos olhavam para mim. Como eu detestava isso. Foi assim ate o final da aula. Finalmente voltando para casa. Eu andando e sussurrando baixo:
- Meu Deus esse sol esta me matando.
Eu me lembrei de que queria ir a uma biblioteca eu parei uma moça na rua:
- Hey Moça?
- Pois não!
- Sabe onde fica uma biblioteca mais perto daqui?
- Ah... É logo ali do outro lado da rua!
Ela apontou com o dedo.  .
- Obrigada.
-Não por isso - Disse ela andando.
Então eu atravessei e fui ate lá, abri a porta de vidro e madeira envernizada.
Tinha um cininho que fazia um barulho ao entrar lá, era bem quente e confortável.
Havia muitas prateleiras com livros, no balcão estava um senhor de idade eu fui ate ele:
- Boa tarde!
-Boa tarde! –Respondeu ele com uma voz cansada e roca.
-Eu queria ler um livro!
- Bom minha jovem eu estou meio ocupado aqui meu assistente esta atrasado, não da agora.
 - Que droga! – eu pensei.
- Hm, então tudo bem eu volto outro dia, tenha uma ótima tarde!
-  Bom, ela volta a funcionar as 03h00min se quiser vim aqui.
-Ah eu apareço aqui!

Eu abri a porta e sai, continuei caminhando e vi o ônibus amarelo passando e pensei:
- Que sorte ainda da tempo de pegar o ônibus.
Eu corri para o ponto de ônibus e então ele parou eu entrei e me sentei em uma poltrona vazia coloquei minha mochila em uma e me sentei em outra e o ônibus parou novamente então um garoto com uniforme da mesma escola que a minha entrou e se aproximou:
- Eu posso me sentar aqui? – Ele apontou para minha mochila.
- Ah claro!
- Oi eu sou o Kaleb! – E ergue a mão em minha direção.
- Amy!
- Amy a novata?
- Há não, só Amy! – eu disse mexendo os olhos.
- Como se soletra Amy?
- Para que?
- Ah qual é! – Ele disse sorrindo.
- Ah tudo bem!... A-M-Y
- Legal.
- É!
Ele era encantador cabelo grande não tão grande castanho claro e olhos verdes a face parecia a de um bebê bem corada, estava chegando ao meu ponto então eu me levantei e disse:
 - Ate mais Kaleb!
- E ele falo - Até! – Sorriu com o sorriso encantador.
Eu continuei andando, quando escuto um ‘’ - Amy’’.
- Kaleb?
- Amy?  ‘’Risos’’
- O que?... Você ta me seguindo é?
Ele deu uma gargalhada.
- Por acaso você e um pervertido? – Eu disse sorrindo.
- Eu tenho cara de pervertido?
- Não muita.
- Não muita? – Ele rio novamente.
- Então o que esta fazendo aqui?
- Eu moro ali... – Ele apontou para sua casa e para minha surpresa era a casa do Carlos.
- Oh! Você é filho do Carlos?
- Conhece o meu pai?
- É! Ele foi me buscar no aeroporto!
- Ah então você e a neta da senhora White?
- Sim sou eu.
- Hm! Pensei que fosse mais velha – Ele disse com uma cara de espanto.
-  Estou fazendo 16 hoje.
- Vai fazer algo?
- Oh não... Não gosto muito de...  Festas!
- Ah tudo bem.
Estávamos em frente a minha casa.
- Ate logo Kaleb.
- Ate logo Amy.
- Hey Amy! –Ele gritou.
- Oi.
- Parabéns.
-  Obrigada.- Eu ri timidamente
Eu entrei na casa e estava a vovó com o Jack no colo assistindo TV.
- Oi vovó, oi Jack.
- Oi querida, por que demorou tanto assim?
- Ah passei na biblioteca.
- Temos uma leitora em casa bom saber.
- É eu gosto de ler, mas ela estava fechada.
- Que pena.
-É.
Eu me sentei no sofá e peguei o Jack e coloquei no meu colo.
- Como foi na escola? – Ela perguntou.
- Bom... Eu fui à aluna nova todos ficaram me olhando, tirando isso foi legal.
- Legal! – Ela sorriu.
- Eu vou subir.
- Pegue o Jack.
- Ta!
Então eu pequei o Jack e subi para o meu quarto ouvi um pouco de musica, arrumei umas coisas, minha avó bate na porta.
- Amy.
- Pode entrar.
- Eu vou ao encontro das senhoras da igreja, Voltarei às 18h30min.
- Ah sim, vovó! Eu vou à biblioteca as 15h00min, tudo bem?
- Claro querida sem problemas.
- Boa reunião vovó.
-Obrigada.
Já eram 14h45min eu troquei de roupa, e fui para a biblioteca, no caminho encontrei o Kaleb ajudando sua mãe com as compras acenei para eles ,eles acenaram de volta, parecia que ia chover mais eu nem me importei. Chegando lá abri a porta da biblioteca.

2. Chegada à casa da vovó.

Chegando lá avistei um homem meio gordinho e careca com meu nome em uma placa
Aproximei dele e disse:
 - Oi eu sou a Amy.
- Ah... Oi Amy sua avó pediu pra eu te buscar sou seu vizinho
- Ah.
- Perdão eu não me apresentei eu sou o Carlos.
- Prazer em conhecê-lo Carlos.
- Eu também.
Então ele pego minhas malas e colocou em sua caminhonete cinza e abril a porta para mim.
- Obrigada – Eu disse
Ele se sentou no banco começo a falar:
- Sua avó tem falado muito de você mocinha.
- É serio?
- Sim, ela esta feliz por você vim morar com ela.
- Uau! Que bom, e como ela é?
- Bom ela é muito simpatia e divertida, eu e minha esposa sempre falamos que ela é uma eterna adolescente... ‘’Risos’’
- Puxa vida! Que legal to tão ansiosa para vê-la.
- Ela também esta.
E assim agente foi conversado pela estrada.
- Bom aqui é a casa da sua avó.
Eu olhei e era realmente adorável uma casa meio velha e grande mais ao mesmo tempo era calma, era branca com janelas de vidro e um jardim verde na frente onde tinha plantas e arvores.
- É linda - Eu disse enquanto Carlos pegava minhas malas.
- Eu vou te ajudar a levá-las ate a porta.
- Oh obrigada Carlos.
- Não por isso.
Então Carlos me ajudou a levar as malas ate a porta.
- Então Amy vou indo boa sorte
- Obrigada Carlos
Toquei a campainha, admito que estava meio tremula e escutei passinhos leves e a porta se destravando por dentro,e então a porta se abre e vejo aquele senhora com cabelos branco e curto mais um corte bem moderno roupas de tom claro como branco e rosa bebê. Ela me olhou com um olhar de felicidade e disse:
- Amilyne White!
- Oi vovó
- Entre! Entre! – Disse ela fazendo gestos com as mãos
- Essa casa é realmente linda vovó
- Só falta um pouco de alegria você não acha?
- Ah... Eu gosto dessas cores.
Ela só me olhou com uma cara de curiosidade e falou:
- Eu não consigo acreditar que minha pequena Amy se tornou uma mocinha linda.
Eu sorri meio envergonhada e disse:
- É... Obrigada vovó a senhora também esta ótima.
- Ela rio e disse. –Eu não tenho mais 16 Amilyne!
Então eu ri.
- Eu acho que você esta muito branca! –Disse ela.
- Em New Jazz eu quase não saia de casa.
- Entendo... Amyline seu quarto é o segundo de cima espero que goste pode arrumá-lo como você desejar.
- Ah... Tudo bem... Vovó?
- Sim!
- A senhora pode me chamar só de Amy? – Eu disse mordendo os lábios.
- Claro é mais fácil... Amy.
- Obrigada.
Eu subia as escadas ela tão rústica e marrom mais eu gostava, finalmente cheguei ao meu quarto lá havia uma cama e um criado mudo ambos marrons. Então comecei a colar minhas coisas na parede e arrumar minhas roupas em um velho armário que havia ali. Quando terminei já estava escurecendo e eu estava cansada. Minha avó bateu na porta.
-Amy?
- Oi vovó pode entrar.
- Nossa seu quarto ficou lindo
- Obrigada – Ela olhava tudo com um ar de curiosidade.
- Quem são esses na parede?
- Ah esses são meus cantores preferidos ‘’ Green Day’’.
- Ah sim... Amy o jantar esta na mesa termine e desça.
- Tudo bem.
Ela saiu, eu já estava exausta e fui tomar um banho e depois desci para jantar com minha avó ela me conto casos da mamãe e quando eu era criança e depois eu subi pro meu quarto e acabei dormindo. Eu acordei estava tudo claro fui ao banheiro, vesti uma calça jeans e uma blusinha de frio fina azul , desci as escadas e chamei:
- Vovó?
Mais ela não respondia, fui ate a cozinha, e na porta da geladeira estava um bilhete que dizia. – ‘’Fui fazer compras e fazer sua matricula na escola as aulas começam amanha chegarei as 04:00 tem comida na geladeira não saia de casa, beijos Judy.’’
Eu não estava com fome então fui assisti TV não tinha nada de bom passando mais mesmo assim eu assisti. Ouvi um barulho era minha avó.
- Vovó a senhora não ia chegar as 04:00?
-Com um transito desses nem fui ao mercado.
- Hm!
- Pegue!
- O que é?
- Seu uniforme, eu acho que é o do seu tamanho.
Eu abri a sacola era uma saia xadreza e cinza preta, blusa branca, blusa de manga preta por cima e uma gravata.
- Ham! Sim é o do meu tamanho.
- Era o menor que tinha.
- Obrigada vovó.
Ela só balançou a cabeça. Eu ia subindo as escadas para levar o uniforme para o quarto quando ela gritou.
- Amy!
- Sim vovó!
- Amanha é seu aniversario não é verdade?
-  Que bom que a senhora lembro fico feliz por isso.
Ela sorriu.
- Eu lhe trouxe um presente mais não sei se você vai gostar!
- A vovó não precisava.
- Abra e me fala o que você acha!
Era uma caixa normal sem cor com um laço de fita rosa choque amarado tinha uns furinhos na caixa então abri logo, era um gatinho pequeno ainda, era branco, peludo e fofo com olhos azuis.
- Oh vovó eu amo gatos e esse é o mais lindo que eu já vi.
- Então você gostou!
- Eu amei, vou chamá-lo de Jack, eu sempre quis ter um mais meu pai e alérgico.
- Eu também gosto de gatos mais nunca dou sorte com eles sempre morrem ou somem.
- Ah, que pena.
- Vai dormi amanha você tem que ir á escola cedo.
- Estou indo vovó, Obrigada pelo Jack.
- De nada, boa noite.
Eu subi para o meu quarto com o Jack no colo eu coloquei ele perto de mim e me deitei.
- Boa noite Jack.

1.Voltando a Califórnia

Bom meu ultimo dia morando em New Jazz foi tão normal quanto outro, meu pai estava calado como sempre, nos jantamos e eu subi para o meu quarto para arrumar minhas malas e liguei pra minha amiga Jessy para me despedir... Eu não gosto muito de despedidas pessoalmente acho muito doloroso.
 Comecei a arrumar minhas malas e arrancar as coisas da parede e então escutei batidas na porta.
  -Pode entrar... Eu disse.
Era meu pai, com um ar de serio abril a porta e ficou parado um tempo sem falar nada então ele finalmente falou:
 - Quer ajuda?
- Não pai já estou terminando.
- Bom, estão cheguei atrasado.
Ele deu uma risada sem graça e me olhou e disse:
- Você quer ir mesmo pra casa da sua avó?
- Pai eu quero vai ser bom pra mim sabe novos amigos e...
Ele me interrompeu:
-É por causa da Marggie não é?
- Pai não é, eu só quero mudar um pouco. – Sim esse era o real motivo para eu ir pra Califórnia mas eu não podia falar isso para meu pai, não queria ser egoísta, afinal eu já tinha quase 16 anos podia muito bem me virar com minha avó não queria atrapalhar a vida dele.
- Eu vou senti saudade baixinha - ele disse apertando meu nariz.
- Ah! Pai eu também vou.
Ele se levantou e saiu mais parou na porta e disse:
- Não durma muito tarde te levarei ao aeroporto as 06h00min!
- Ta pai.
Meu relógio despertou e eu nem me importei em levantar quase não dormi a noite,então eu me levantei e fui para o banheiro escovei os meus dentes tomei um banho rápido e desci as escadas já eram 05h40min peguei um leite na geladeira tomei um copo então escutei a buzina do carro do meu pai sai correndo, quando abri a porta da frente do carro, e entrei, chegando ao aeroporto me despedi do meu pai e entrei no avião.
 - Tchau New Jazz.

Introdução.




  Meu nome é Amilyne, mas gosto que me chame de Amy minha mãe me chamava assim, ela morreu quando eu tinha 13 anos e hoje já estou com quase 16.
Então fiquei com o meu pai, não tenho irmãos então era só eu e ele.
 Bom ele é o tipo de pai legal mais é muito calado... E eu gosto de pessoas caladas
Às vezes... E então ele arrumou uma namorada, e adivinha? Nos não nos damos bem
Então resolvi volta á Califórnia vou morar com minha avó não a vejo a um bom tempo então não sei quase nada sobre ela, tudo que sei é que meu avô morreu a 1 ano atrás e ela vive só e que ela se chama Judy, Judy White, tomara que ela goste de mim, então amanha estou indo pra Califórnia...